Dois especialistas americanos protagonizam esse video na Wired mostrando o que conseguiram fazer com um Cherokee da Chrysler, via o sistema de entretenimento da UConnect. O feito será apresentado na BlackHat.
Os artigos refletem a opinião pessoal do autor, e não de seus empregadores.
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quinta-feira, 23 de julho de 2015
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Segurança para a Internet das Coisas
*** Artigo publicado na RTI, edição de Março de 2015 ***
Estima-se que em 2020 haverá
50 bilhões de equipamentos conectados à Internet, entre equipamentos de saúde
em hospitais e residências, equipamentos industriais e de distribuição de energia
elétrica, sinais de transito e tudo que fizer sentido conectar, como
automóveis. Mesmo em nossas residências é questão de tempo comprar equipamentos
conectados como geladeiras. É só lembrar que até pouco tempo as TVs conectadas
eram ainda uma novidade cara. Em algum tempo só haverá esses modelos, da mesmo
forma que ocorreu com os telefones celulares. No entanto a população estimada para
esse anos é de 7.7 bilhões. Serão sete dispositivos para cada pessoa. Não é exagero dizer que a Internet das Coisas
(IoT) irá revolucionar a maneira como vivemos.
Mas e a segurança dessa
estrutura massiva de dispositivos, tráfego e dados? É viável adaptar nossos
modelos de segurança atuais para proteger também essa nova Internet? Ou será
necessário um novo modelo de segurança? Aliás, precisaremos mesmo de tantos
cuidados, ou essa discussão é um exagero? Escrever sobre a segurança da
Internet das Coisas é sempre um desafio, desde meu primeiro artigo sobre o
assunto em 2010, aqui mesmo na RTI. Desafio porque é algo que está sempre
construído agora, e falar sobre ela é igual a escrever sobre andares de um
edifício que dependem de andares inferiores que ainda nem foram planejados. Assim
posso escrever hoje algo que poderá ir para o caminho oposto em questão de
meses. Mas alguns aspectos já estão planejados ou razoavelmente garantidos para
o futuro. Vale a pena abordá-los.
Já está claro que a base
tecnológica de muitos dos novos dispositivos representará um risco em
potencial. Diferentemente dos dispositivos computacionais, e ai incluo os
smartphones, não serão todos que poderão ser facilmente atualizados ou executar
programas de segurança. Estou falando de alguns equipamentos que serão
extremamente simples, como sensores de cidades inteligentes ou em fábricas, com
recursos de CPU e memoria limitados, dificultando por exemplo o uso de
criptografia e autenticação.
É fato também que a
Internet das Coisas do futuro não é a simples expansão da conexão de dispositivos
como conhecemos hoje, majoritariamente composta de dispositivos conectados em
redes fechadas, com pouca interação com outras redes e dispositivos. Quando se
fala de cidades inteligentes, fala-se por exemplo de carros trocando
informações com sensores públicos instalados nas ruas, sinais de trânsito
capazes de reagir de maneira autônoma a eventos como a passagem de uma
ambulância, e tudo mais que fizer sentido. Esse interação, seja entre rede ou
sensores, também representa um risco, e a questão está sendo trabalhada no
âmbito do Internet of Things World Forum
(iotwf), evento global cujo primeiro encontro ocorreu em 2013 em Barcelona. O
evento em 2014 premiou pesquisas em criptografia, autenticação e privacidade.
Outra área sendo
trabalhada é de um novo sistema de criptografia que consuma menos recursos ao
usar chaves criptográficas mais simples sem no entanto reduzir o nível de
encriptação, facilitando a adoção em equipamentos simples, como os sensores de
que estamos falando. Esse novo sistema atende pelo nome de Elliptic Curve Cryptography (ECC).
Outro imenso desafio é a
capacidade de analisar os imensos volumes de dados transmitidos na rede em
busca de anomalias ou tráfego suspeito. A resposta pode estar no Real-Time Analytics, o conjunto de tecnologias que permite a
análise em tempo real de quantidades massivas de dados. Para as redes que suportarão
o futuro da Internet das Coisas é esperado que essa capacidade esteja inserida
nos próprios equipamentos de rede, que poderão assim detectar e responder a
eventos ou anomalias antes mesmo que os operadores atuem com ações corretivas. Hoje
já é possível que a própria rede atue como um grande sensor de segurança,
obtendo dados em tempo real que são analisados por sistemas de análise
comportamental e de detecção de anomalias.
Outra questão é a da
segurança física. Muitos dos sensores inteligentes estará nas ruas e em locais
públicos, assim como já ocorre hoje com os equipamentos dos hotspots. É de se
esperar que os administradores não irão desejar que alguém tenha acesso físico
a eles. Mas é possível que isso ocorra e por isso mecanismos tem que ser criados
para evitar que alguém insira fisicamente dados falsificados, ou comprometa os
dados captados por sensores inteligentes.
Por fim a privacidade.
No fundo boa parte desses dispositivos e sensores estarão associados a pessoas,
seja um sensor médico ou nosso celular ou carro, revelando onde estamos e para
onde fomos anteriormente. A relação de privacidade não envolve apenas leis e
regulações, pois as organizações que armazenam esses dados precisam garantir
sua inviolabilidade, na aquisição, transporte, processamento e armazenagem. Não
é muito diferente do que já ocorre em nossa vida digital, mas dessa vez com
nossa vida real. Um bom exemplo do tamanho do desafio é o que já é feito hoje
com os smartphones e os aplicativos de geolocalização. Nossos telefones hoje
agem como sensores enviando informações a uma grande base de dados em nuvem.
Está lá onde pesquisamos com o aplicativo de mapas e para onde ele nos guiou,
onde estamos e onde estivemos, páginas acessadas e compras realizadas a partir
daquele celular e muito mais. Até as fotos que usamos podem ser automaticamente
enviadas à nuvem para ficar a disposição de amigos e ás vezes desconhecidos,
amigos dos amigos dos amigos. Nos metadados dessas fotos estão também o local,
dia e hora.
É fácil notar que ao
falar de IoT fala-se bastante da nuvem. Sim, a IoT está e estará muito
conectada à computação em nuvem. Esse volume extraordinário de dados necessita
ser processado em sistemas altamente escaláveis, sem as amarras existente nos
modelos atuais. Mas mesmo a própria rede será diferente do que conhecemos hoje.
Os cérebros e empresas que estão construindo essa nova rede estão investindo em
novos protocolos. A transição por certo será lenta, e na verdade já começou,
mas Internet definitivamente não será como a conhecemos hoje.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
A Internet das Coisas e a Segurança das Pessoas
Pergunte a qualquer pessoa o que é Internet e ela certamente dirá que é a rede mundial que conecta pessoas e empresas para que se relacionem e façam negócios. Pergunte a um especialista de segurança o que é segurança de redes e ele certamente dirá que são os dispositivos que protegem servidores e sistemas conectados em redes das ameaças da Internet. Essas duas definições são cem por cento verdadeiras e atuais, mas há duas (r)evoluções a caminho, como sempre iniciadas há alguns anos, que as mudarão totalmente. Ambas são diferentes, sem relação, mas curiosamente chegarão juntas ao mundo real. Uma delas é a Internet das Coisas. A outra é a Segurança das Pessoas.
Internet das Coisas foi o nome dado por pesquisadores à conexão de objetos e equipamentos diversos à rede ou à Internet, seja para controle de inventário ou para acesso remoto, nos casos mais sofisticados. Para o primeiro caso a tecnologia mais promissora, já usada largamente, é o RFID. Para o segundo, estamos falando de equipamentos genéricos, como elevadores e até uma geladeira doméstica, com um sistema operacional embutidos, do termo embedded operating system em inglês. O primeiro efeito é claro: o aumento substancial do volume de dados trafegado, exigindo uma infraestrutura mais robusta, o que inclui os dispositivos de segurança de rede. O outro efeito é o aumento da complexidade, com a agregação de novos sistemas e protocolos de comunicação, o que invariamente significa novas vulnerabilidades a explorar. Já os sistemas operacionais embutidos adicionam ainda um nível extra de complexidade. São sistema especialistas, muitos baseados em Linux, outros em plataformas proprietárias, que na verdade já existem há muito tempo, e estão presentes em nosso dia. Mas a situação muda quando começam a receber endereçamento IP e a ser acessíveis remotamente. O primeiro risco advém do fato que os usuários normalmente desconhecem os riscos associados e expõem o equipamento. O segundo risco é o da dificuldade em mantê-los atualizados com correções de segurança. Da mesma forma que os usuários desconhecem riscos, eles não sabem da importância de manter atualizado o sistema.
Eu espero uma explosão desses sistemas com a instalação de fato do endereçamento IPv6. Hoje o IPv4 acaba sendo um limitador, porém com o IPv6 não haverá limites para a quantidade de equipamentos que se queira conectar. O maior exemplo do que representa isso são os telefones celulares. Os smart-phones estão tão presentes em nossa vida, tornaram-se algo tão normal, que nos esquecemos que eram apenas telefones, equipamentos usados para falar. Para quem se lembra, há mais ou menos dez anos sairam os primeiros celulares com acesso WAP. Eram os telefones que também acessavam a Internet. Agora, a cada nova geração de aparelhos, eles se parecem muito mais com um computador portátil que também pode ser usado como telefone. Mas, na prática, o que significa isto? Em dezembro de 2009, de acordo com estudo da Ericsson, o volume de dados trafegado nas redes das operadoras de celular ultrapassou o tráfego de voz, computando modens e smart-phones. Pela primeira vez, o uso do telefone para falar tornou-se algo secundário em uma rede de telefonia. Os cálculos apontam também para um crescimento de 66 vezes no tráfego de dados entre 2008 e 2013, e que, em 2015, 98% do tráfego de smartphones será dados, e desses, a maior parte será video. Não é fácil duvidar dessas previsões. O uso de chamadas com vídeo tornou-se algo corriqueiro para milhares de pessoas com o Messenger, Skype e similares. Alguém acha que não ocorrerá o mesmo com os celulares, quando os aparelhos, a exemplo do novo iPhone 4, trouxerem a câmera para chamadas com vídeo?
Proteger uma rede com tal volume de dados e em crescimento constante será um grande desafio. Não estou falando apenas de throughput, mas de milhões de sessões simultâneas, abertas por milhões de usuários conectados o tempo todo. Uma grande operadora móvil dos Estados Unidos editou uma concorrência para compra de firewall no final de 2008 prevendo um crescimento de 10 vezes no volume de dados trafegados em apenas dois anos. Mas esse não será o único desafio de segurança de redes para os próximos cinco anos. Há ainda um desafio maior: o de migrar do modelo de segurança de sistemas para o de segurança de pessoas.
Hoje, quando instalamos um firewall (e um IPS, etc) nos preocupamos em proteger os equipamentos centrais da rede, os servidores e computadores nela conectados, além é claro dos dados e informações lá armazenados. Apesar dos problemas, essa tarefa hoje é realizada de maneira satisfatória. Surgiu no entanto outras questões para os administradores de segurança, o que fazer com as redes sociais? Não só elas podem trazer ameaças para as redes, via downloads involuntários, como são também um elemento de perda de produtividade. Muitas empresas já decidiram bloquear o acesso à redes sociais e a comunicadores instântaneos. Mas a vida nunca é simples. As redes sociais se tornaram ferramentas de marketing, e é necessário que profissionais de marketing tenham acesso ao Facebook e Twitter, apenas para citar os mais famosos. Por outro lado, fabricantes de equipamento estão usando ferramentas de streaming de vídeo, para publicar vídeos promocionais ou de treinamento, e as mesmas ferramentas podem ser também utilizados pela própria empresa para suas atividades de marketing. Aqui está o desafio, personificar a segurança para que ela possa identificar as pessoas e dar-lhes o acesso que necessitam ao mesmo tempo que protege usuários, sistemas e dispositivos das ameaças da Internet. Esse nível de acesso personificado e seguro incluiria também a proteção dentro da ferramenta social, onde o acesso de um usuário ao Facebook, por exemplo, seria monitorado para bloquear um download de código malicioso.
Há varias respostas hoje disponiveis para esse problema, como as ferramentas de perfil de acesso que concedem um desktop personalisado ao usuário, e os agentes instalados no próprio computador. Mas nenhuma delas pode monitorar o tráfego de dados que deixa e chega à rede desde a Internet. O que se está discutindo é como agregar mais inteligência e discernimento ao gateway de rede, da mesma maneira que foi feito para que protocolos fossem reconhecidos e analisados por sistemas de detecção de intrusos, mas desta vez para o reconhecimento dos usuários da rede. Ao invés de se definir regras para um grupo de IPs, se definiria para um grupo de pessoas, ou para um individuo em particular. Como isso poderá ser feito com eficiência ainda é um tema em discussão na indústria, e pouco a pouco produtos irão despontar com essa idéia em mente, a exemplo dos produtos para DLP, a prevenção de perda/vazamento de dados, hoje facilmente encontrados. Ambas aliás – segurança focada nas pessoas e nas informações – será o modelo a ser seguido no futuro.
Internet das Coisas foi o nome dado por pesquisadores à conexão de objetos e equipamentos diversos à rede ou à Internet, seja para controle de inventário ou para acesso remoto, nos casos mais sofisticados. Para o primeiro caso a tecnologia mais promissora, já usada largamente, é o RFID. Para o segundo, estamos falando de equipamentos genéricos, como elevadores e até uma geladeira doméstica, com um sistema operacional embutidos, do termo embedded operating system em inglês. O primeiro efeito é claro: o aumento substancial do volume de dados trafegado, exigindo uma infraestrutura mais robusta, o que inclui os dispositivos de segurança de rede. O outro efeito é o aumento da complexidade, com a agregação de novos sistemas e protocolos de comunicação, o que invariamente significa novas vulnerabilidades a explorar. Já os sistemas operacionais embutidos adicionam ainda um nível extra de complexidade. São sistema especialistas, muitos baseados em Linux, outros em plataformas proprietárias, que na verdade já existem há muito tempo, e estão presentes em nosso dia. Mas a situação muda quando começam a receber endereçamento IP e a ser acessíveis remotamente. O primeiro risco advém do fato que os usuários normalmente desconhecem os riscos associados e expõem o equipamento. O segundo risco é o da dificuldade em mantê-los atualizados com correções de segurança. Da mesma forma que os usuários desconhecem riscos, eles não sabem da importância de manter atualizado o sistema.
Eu espero uma explosão desses sistemas com a instalação de fato do endereçamento IPv6. Hoje o IPv4 acaba sendo um limitador, porém com o IPv6 não haverá limites para a quantidade de equipamentos que se queira conectar. O maior exemplo do que representa isso são os telefones celulares. Os smart-phones estão tão presentes em nossa vida, tornaram-se algo tão normal, que nos esquecemos que eram apenas telefones, equipamentos usados para falar. Para quem se lembra, há mais ou menos dez anos sairam os primeiros celulares com acesso WAP. Eram os telefones que também acessavam a Internet. Agora, a cada nova geração de aparelhos, eles se parecem muito mais com um computador portátil que também pode ser usado como telefone. Mas, na prática, o que significa isto? Em dezembro de 2009, de acordo com estudo da Ericsson, o volume de dados trafegado nas redes das operadoras de celular ultrapassou o tráfego de voz, computando modens e smart-phones. Pela primeira vez, o uso do telefone para falar tornou-se algo secundário em uma rede de telefonia. Os cálculos apontam também para um crescimento de 66 vezes no tráfego de dados entre 2008 e 2013, e que, em 2015, 98% do tráfego de smartphones será dados, e desses, a maior parte será video. Não é fácil duvidar dessas previsões. O uso de chamadas com vídeo tornou-se algo corriqueiro para milhares de pessoas com o Messenger, Skype e similares. Alguém acha que não ocorrerá o mesmo com os celulares, quando os aparelhos, a exemplo do novo iPhone 4, trouxerem a câmera para chamadas com vídeo?
Proteger uma rede com tal volume de dados e em crescimento constante será um grande desafio. Não estou falando apenas de throughput, mas de milhões de sessões simultâneas, abertas por milhões de usuários conectados o tempo todo. Uma grande operadora móvil dos Estados Unidos editou uma concorrência para compra de firewall no final de 2008 prevendo um crescimento de 10 vezes no volume de dados trafegados em apenas dois anos. Mas esse não será o único desafio de segurança de redes para os próximos cinco anos. Há ainda um desafio maior: o de migrar do modelo de segurança de sistemas para o de segurança de pessoas.
Hoje, quando instalamos um firewall (e um IPS, etc) nos preocupamos em proteger os equipamentos centrais da rede, os servidores e computadores nela conectados, além é claro dos dados e informações lá armazenados. Apesar dos problemas, essa tarefa hoje é realizada de maneira satisfatória. Surgiu no entanto outras questões para os administradores de segurança, o que fazer com as redes sociais? Não só elas podem trazer ameaças para as redes, via downloads involuntários, como são também um elemento de perda de produtividade. Muitas empresas já decidiram bloquear o acesso à redes sociais e a comunicadores instântaneos. Mas a vida nunca é simples. As redes sociais se tornaram ferramentas de marketing, e é necessário que profissionais de marketing tenham acesso ao Facebook e Twitter, apenas para citar os mais famosos. Por outro lado, fabricantes de equipamento estão usando ferramentas de streaming de vídeo, para publicar vídeos promocionais ou de treinamento, e as mesmas ferramentas podem ser também utilizados pela própria empresa para suas atividades de marketing. Aqui está o desafio, personificar a segurança para que ela possa identificar as pessoas e dar-lhes o acesso que necessitam ao mesmo tempo que protege usuários, sistemas e dispositivos das ameaças da Internet. Esse nível de acesso personificado e seguro incluiria também a proteção dentro da ferramenta social, onde o acesso de um usuário ao Facebook, por exemplo, seria monitorado para bloquear um download de código malicioso.
Há varias respostas hoje disponiveis para esse problema, como as ferramentas de perfil de acesso que concedem um desktop personalisado ao usuário, e os agentes instalados no próprio computador. Mas nenhuma delas pode monitorar o tráfego de dados que deixa e chega à rede desde a Internet. O que se está discutindo é como agregar mais inteligência e discernimento ao gateway de rede, da mesma maneira que foi feito para que protocolos fossem reconhecidos e analisados por sistemas de detecção de intrusos, mas desta vez para o reconhecimento dos usuários da rede. Ao invés de se definir regras para um grupo de IPs, se definiria para um grupo de pessoas, ou para um individuo em particular. Como isso poderá ser feito com eficiência ainda é um tema em discussão na indústria, e pouco a pouco produtos irão despontar com essa idéia em mente, a exemplo dos produtos para DLP, a prevenção de perda/vazamento de dados, hoje facilmente encontrados. Ambas aliás – segurança focada nas pessoas e nas informações – será o modelo a ser seguido no futuro.
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