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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Cloud computing, e segurança nas nuvens
Cloud computing, ou computação em nuvem, é um daqueles termos que todos falam e significa muita coisa. Uma das definições é a de centralização do processamento em servidores e mainframes instalados fora da empresa, em um datacenter de um fornecedor. Isso significa que o gerenciamento e segurança do ambiente passam a ser de responsabilidade desse provedor, que estará sob um SLA de altissimo nível e tendo que proteger uma rede extremamente exigente em termos de desempenho. Mesmo que empresas criem suas próprias nuvens de aplicação para uso interno, irão requerer muita banda de rede e níveis altissimos de segurança para as redes e servidores. Certamente em 2009 os principais fabricantes irão começar a difundir sua visão de segurança para o cloud computing, e a lançar produtos e versões. A ver
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Tendências 2009: Endpoint Protection
... Ou como proteger o usuário enquanto o deixa trabalhar?
No passado não tão distante assim a segurança do usuário final era sinônimo de um único – e leve – agente de segurança instalado: o antivirus. Mas o cenário das ameaças digitais se expandiu, e com ele o leque das tecnologias de segurança. Sobretudo por conta da mobilidade o computador do usuário final se tornou parte do perímetro da rede e portanto passou a requerer toda a parnafenália de segurança habitual dos perímetros. Traduzindo: firewall, cliente VPN, IPS, antivirus de assinatura, antivirus de comportamento, anti-spyware, proteção de aplicações e, agora, agente DLP. É muita coisa. No computador em que escrevo esse artigo, com Windows XP e apenas o MS Word aberto, 500 MB estão ocupados. Com o Windows Vista seria muito mais.
E a realidade é que muitas empresas, talvez a maioria, ainda possuem em grande escala desktops com 512MB de RAM, deixando muito pouco para as aplicações de negócio. Esse é o imblóglio que os fabricantes precisam resolver. Provavelmente não será resolvido em 2009, mas os clientes estão pressionando por algo mais eficiente, sem falar na questão do gerenciamento.
No passado não tão distante assim a segurança do usuário final era sinônimo de um único – e leve – agente de segurança instalado: o antivirus. Mas o cenário das ameaças digitais se expandiu, e com ele o leque das tecnologias de segurança. Sobretudo por conta da mobilidade o computador do usuário final se tornou parte do perímetro da rede e portanto passou a requerer toda a parnafenália de segurança habitual dos perímetros. Traduzindo: firewall, cliente VPN, IPS, antivirus de assinatura, antivirus de comportamento, anti-spyware, proteção de aplicações e, agora, agente DLP. É muita coisa. No computador em que escrevo esse artigo, com Windows XP e apenas o MS Word aberto, 500 MB estão ocupados. Com o Windows Vista seria muito mais.
E a realidade é que muitas empresas, talvez a maioria, ainda possuem em grande escala desktops com 512MB de RAM, deixando muito pouco para as aplicações de negócio. Esse é o imblóglio que os fabricantes precisam resolver. Provavelmente não será resolvido em 2009, mas os clientes estão pressionando por algo mais eficiente, sem falar na questão do gerenciamento.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Tendências 2009: Data Loss/Leakage Prevention
Em 2008 várias empresas no Brasil se interessaram e avaliaram sistemas DLP, para prevenção da perda de vazamento de dados. Como também já comentei em outros artigos, DLP é muito mais do que sistemas de detecção de uso de informações confidenciais, porém esses sistemas são um componente essencial. Em 2009 haverá uma amadurecimento do mercado – sobretudo dos usuários – a respeito do que é essencial e do que é exagero do tema do DLP.
Um ponto que está gerando muita discussão é o dos agentes DLP nas estações de trabalho. Apesar das novas estações de trabalho estarem sendo adquiridas com 1GB de RAM ou mais, o próprio sistema operacional Windows está exigindo e consumindo boa parte dessa memória, o que nos leva ao problema comum de que instalar muito software administrativo no desktop acaba por reduzir seu desempenho para as aplicações de negócio, o que aumenta em muito o custo ao exigir mais recursos de CPU e memória. Essa discussão nos leva ao próximo ponto.
Um ponto que está gerando muita discussão é o dos agentes DLP nas estações de trabalho. Apesar das novas estações de trabalho estarem sendo adquiridas com 1GB de RAM ou mais, o próprio sistema operacional Windows está exigindo e consumindo boa parte dessa memória, o que nos leva ao problema comum de que instalar muito software administrativo no desktop acaba por reduzir seu desempenho para as aplicações de negócio, o que aumenta em muito o custo ao exigir mais recursos de CPU e memória. Essa discussão nos leva ao próximo ponto.
domingo, 4 de janeiro de 2009
Tendências para 2009
O que esperar de 2009? Finalmente chegamos a 2009! Escrevo ´finalmente´ porque muita gente queria que 2008 acabasse logo, de preferência junto com a crise financeira/econômica. Infelizmente o Ano Novo foi comemorado sob incertezas dos impactos para o mercado de TI. Há também incertezas sobre a reforma ortográfica. Não que ela tenha algum efeito sobre segurança, mas já começaram a circular os spams oferecendo guias e miraculosos corretores, que provavelmente não irão fazer nada além de instalar malware nos computadores dos desavisados.
Minhas tendências para 2009 (irei comentar uma a uma em posts futuros)
Minhas tendências para 2009 (irei comentar uma a uma em posts futuros)
- UTM e Virtualização
- DLP
- Mudanças na proteção das estações (Endpoint Protection)
- Segurança para cloud computing
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