A Network World publicou artigo bem interessante, com o título de “As 10 botnets mais procuradas da América”. Há alguma confusão entre a botnet e o malware utilizado, mas não deixa de ser uma boa leitura. Juntas, as redes listadas somam mais de 12 milhões de computadores infectados. O artigo também resume as atividades executadas por cada rede.
Em http://www.networkworld.com/news/2009/072209-botnets.html.
Os artigos refletem a opinião pessoal do autor, e não de seus empregadores.
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quinta-feira, 6 de agosto de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Criador de botnet é sentenciado nos Estados Unidos
Saiu na ComputerWorld americana e no IDGNow aqui no Brasil que a justiça america condenou John Schiefer, que infectou 150 mil computadores e foi acusado em 2007, a quatro anos de prisão mais multas. A noticia completa está em http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/03/06/lider-de-rede-bot-pega-4-anos-de-prisao-por-roubo-de-dados-nos-eua/
Schiefer trabalhava como consultor de segurança em Los Angeles, nos Estados Unidos. É de se pensar o que leva um sujeito com um bom emprego a cometer fraudes. Assim como é de se pensar o alcance e poder das redes bot atuais. Outra noticia a respeito de Schiefer falava em 250 mil computadores infectados, com sucesso na interceptação e roubo de credenciais de usuários. Considero hoje as redes bot como o maior problema da segurança digital, e deve ser o principal foco dos administradores de segurança.
Schiefer trabalhava como consultor de segurança em Los Angeles, nos Estados Unidos. É de se pensar o que leva um sujeito com um bom emprego a cometer fraudes. Assim como é de se pensar o alcance e poder das redes bot atuais. Outra noticia a respeito de Schiefer falava em 250 mil computadores infectados, com sucesso na interceptação e roubo de credenciais de usuários. Considero hoje as redes bot como o maior problema da segurança digital, e deve ser o principal foco dos administradores de segurança.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Storm Worm
A praga mais presente de 2007 continua sendo o Storm Worm. A primeira notícia do malware apareceu em Janeiro e ele continua não só ativo como variando seus métodos de infecção. Os autores do ataque mostraram possuir cartas sob a manga para confundir e dificultar a detecção. Uma descrição bem completa do ataque pode ser encontrada em alerta do X-Force na página http://iss.net/threats/W32.Worm.Nuwar.Gen.html. O alerta é do dia 19 de Janeiro porém está atualizado. Há duas reflexões a partir do Storm Worm: a grande quantidade de opções de variação que está nas mãos dos hackers e o incrível poder de fogo das redes bot (ou zumbis). Estatísticas sobre o ataque desde o seu início estão em blog da Websense: http://www.websense.com/securitylabs/blog/blog.php?BlogID=147
A primeira onda de ataque ocorreu exclusivamente por spam em massa, com anexos que infectavam o computador da vítima ao ser executados. Nas ondas adicionais as mensagens de correio eletrônico foram alteradas a fim de iludir suas vítimas. Também desde o inicio os autores do ataque inundaram a Internet com variantes do programa inicial responsável por baixar os programas adicionais que compõem o ataque (o downloader) , assim como variantes dos próprios programas adicionais.
A última onda, ocorrida em Setembro, foi baseada em técnicas de invasão via web. O web site legítimo de um congresso no estado de Wisconsin (USA) foi invadido e nele foi inserido uma linha de código que inicia o download do malware. Eles também criaram um site falso da liga americana de futebel americana para infectar usuários que chegaram a ela a partir de um email de phishing. Um determinado vídeo disponível do YouTube também serviu de isca. Os autores de malware certamente lançarão mão de todas as opções possíveis, alavancados sem dúvida pelos novos fornecedores de kits de invasão.
O Storm Worm criou uma rede bot que continua em expansão. Um artigo na Information Week chegou a comparar o poder de processamento dessa rede com um supercomputador da IBM –http://www.informationweek.com/news/showArticle.jhtml?articleID=201804528&pgno=1&queryText= . A questão é como lidar com essas formidáveis redes com milhares e até milhões de computadores. Ocorrências como a que ocorreu na Estônia em Maio, na qual o país saiu literalmente no ar, nos levam a pensar nas possíveis implicações dessas redes usadas para atacar países (http://www.informationweek.com/news/showArticle.jhtml?articleID=199701774 ).
A primeira onda de ataque ocorreu exclusivamente por spam em massa, com anexos que infectavam o computador da vítima ao ser executados. Nas ondas adicionais as mensagens de correio eletrônico foram alteradas a fim de iludir suas vítimas. Também desde o inicio os autores do ataque inundaram a Internet com variantes do programa inicial responsável por baixar os programas adicionais que compõem o ataque (o downloader) , assim como variantes dos próprios programas adicionais.
A última onda, ocorrida em Setembro, foi baseada em técnicas de invasão via web. O web site legítimo de um congresso no estado de Wisconsin (USA) foi invadido e nele foi inserido uma linha de código que inicia o download do malware. Eles também criaram um site falso da liga americana de futebel americana para infectar usuários que chegaram a ela a partir de um email de phishing. Um determinado vídeo disponível do YouTube também serviu de isca. Os autores de malware certamente lançarão mão de todas as opções possíveis, alavancados sem dúvida pelos novos fornecedores de kits de invasão.
O Storm Worm criou uma rede bot que continua em expansão. Um artigo na Information Week chegou a comparar o poder de processamento dessa rede com um supercomputador da IBM –http://www.informationweek.com/news/showArticle.jhtml?articleID=201804528&pgno=1&queryText= . A questão é como lidar com essas formidáveis redes com milhares e até milhões de computadores. Ocorrências como a que ocorreu na Estônia em Maio, na qual o país saiu literalmente no ar, nos levam a pensar nas possíveis implicações dessas redes usadas para atacar países (http://www.informationweek.com/news/showArticle.jhtml?articleID=199701774 ).
sábado, 6 de outubro de 2007
Previsões para 2008 (pela Universidade Georgia Tech)
Na medida que nos aproximamos de 2008 começam a aparecer análises de tendências para as principais ameaças para o ano. Uma análise apontando as cinco ameaças que seriam as principais para 2008 foi publicado pelo grupo de segurança da Universidade Georgia Tech (Georgia Tech Information Security Center). O relatório está disponível na página http://www.gtisc.gatech.edu/pdf/GTISC%20Cyber%20Threats%20Report.pdf e aponta as seguintes ameaças como tendência para 2008:
- Ataques em web 2.0 e realizados no nível dos clientes
- Ataques via mensagens de eMail
- Botnets
- Ameaças focando na convergência de mobilidade
- Ameaças a sistemas de identificação por rádio-frequência (RFID)
Vale a pena dar uma olhada. Em especial nos próximos posts irei comentar as ameaças, e comparando as conclusões do grupo da Georgia Tech com a de outros analistas.
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